"Acho que a culpa é minha", disse Isabella apressadamente. "Observei que Dido ficava sempre agitada quando você vinha a esta casa." "Eu os encontrarei."!
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"Bem, não, major, não posso dizer que ele era. Na verdade", acrescentou Etwald, com o ar de um homem fazendo uma declaração simples, "eu o odiava!" "Não posso te dizer isso agora", disse ele, hesitante. "Mas tenho certeza."
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"Vamos dar uma olhada nestes cômodos, Ju", ela propôs, com a mão na pesada cortina à sua direita. Patrícia a observava com orgulho e carinho. "Como ela é linda e inteligente", pensou com ternura. "E o melhor de tudo é que ela nem imagina a graça que tem. Espero que ela receba uma menção honrosa, mesmo que não consiga ganhar o prêmio. Ela merece muitos momentos bons, depois de todos aqueles anos difíceis em que cuidou tão bem de nós." Essa longa conversa havia exaurido Jaggard, que ainda estava fraco, de certa forma. Então, ordenando-lhe que parasse de falar, Jen chamou a criada e saiu do quarto para refletir sobre tudo o que havia descoberto. A história de Jaggard o convenceu mais do que nunca de que o Dr. Etwald era a causa de todos os terríveis acontecimentos ocorridos nas últimas semanas. Sem dúvida, fora ele quem, traiçoeiramente, escondera Dido na câmara mortuária. Depois de drogar Jaggard, a negra sem dúvida abrira a janela para deixar Etwald entrar, e, juntos, esse precioso casal carregara o cadáver. Mas por qual motivo? Jen não conseguia determinar.
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